hearanimals

Blog destinado a proteção e libertação animal, e à concientização do ser humano sobre os animais.

terça-feira, 30 de agosto de 2011



Porque ajudo animais tendo tanta gente precisando? Porque não existe um projeto nacional (Minha Casa Minha Vida) para animais abandonados; porque não existe Sistema Único de Saúde para atender animais doentes, espancados ou mutilados; porqu...e não existe um Conselho Tutelar pra atender animais que não têm “direitos” por ação ou omissão da sociedade ou Estado, e porque não existe aposentadoria para animais que puxam carroça, são tratados como lixo e após anos de trabalho escravo são abandonados

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

PROJETO TAMAR



O Projeto Tamar-ICMBio foi criado em 1980. Ele é um projeto conservacionista brasileiro, dedicado à preservação de espécies de tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção. O nome TAMAR é uma contração das palavras tartaruga e marinha, necessária, no início da década de 1980, para a confecção das pequenas placas de metal utilizadas para a identificação dos espécimes pelo Projeto, para estudos de biometria, monitoramento das rotas migratórias e outros. Desde então, o nome passou a designar o Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, executado pelo IBAMA, através do Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas (Centro TAMAR-IBAMA), órgão governamental, e pela Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisas das Tartarugas Marinhas (Fundação Pró-TAMAR), instituição não governamental, de utilidade pública federal. Essa união demonstra a natureza institucional híbrida do projeto, que conta, adicionalmente, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais, além de outras organizações não governamentais.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Campanha pede libertação de golfinhos em Singapura



Cerca de 25 golfinhos nariz de garrafa que viviam livres nos oceanos se encontram presos nas Filipinas. Os golfinhos foram capturados nas águas das Ilhas Salomão e aguardam transferência para Resorts World, em Sentosa, Singapura, quando o local ficar pronto. Dois deles já morreram.

Ric O’Barry, o ex-treinador de golfinhos que agora dedica sua vida para acabar com a sua exploração, já se ofereceu para reabilitá-los de volta ao seu habitat natural.

As estatísticas são deprimentes: 52% dos golfinhos que são violentamente capturados morrem em 90 dias. Sua vida em geral dura 45 anos mas golfinhos em cativeiro geralmente morrem nos primeiros dois anos de aprisionamento. A cada sete anos metade deles morrem de choque de captura, pneumonia, doença intestinal, úlceras, envenenamento com cloro e outras doenças relacionados ao estresse.
 Em muitos tanques, a água é cheia de produtos químicos e bactérias, causando muitos problemas de saúde nos animais, inclusive cegueira.

Os golfinhos nadam em media 60 a 140 quilômetros por dia. Nas piscinas eles ficam girando em círculos. Na natureza, eles passam a metade do seu tempo caçando comida. Ao serem alimentados com peixes mortos, eles fazem menos exercício e tem menos estímulo mental, o que causa tédio.
Muitos parques marinhos submetem os animais à fome para que eles façam truques em troca de comida. 

Animais confinados que se auto-mutilam (por exemplo, batendo a cabeça contra paredes) estão buscando estímulo que seu ambiente não pode prover. Eles tendem a desenvolver comportamentos estereotipados (nadar em círculos com os olhos fechados e em silêncio) por causa do tédio do confinamento.

Assine a petição e visite o website do World’s Saddest Dolphins, onde a campanha se concentra. Visite também a página do Facebook desta campanha.

Fonte: ANDA

domingo, 21 de agosto de 2011

Mc Cruelty






Galinhas mortas para o McDonald são abatidos utilizando um método ultrapassado, que resulta em sofrimento extremo. Como um dos maiores vendedores de carne de frango, McDonald tem a responsabilidade ea capacidade para reduzir este abuso, exigindo que os fornecedores nos EUA e Canadá usar um método de abate menos cruel
What Would Evil Ronald Say ... on Twitter?
Todos os dias, McDonald senta-se de braços cruzados enquanto seus fornecedores despejo aves de caixotes seu transporte, pendurá-las de cabeça para baixo em ganchos de metal, e suas gargantas cortadas enquanto ainda estão conscientes. Muitos dos pássaros são escaldados à morte, e todos eles sofrem muito até sua última respiração, não exatamente o que chamaria de uma "refeição feliz". Mesmo que um método menos cruel de abate está disponível, McDonald continua a permitir que seus fornecedores a tortura, os pássaros, por isso temos de perguntar: O que é mau pensamento Ronald?


Veja mais em
http://www.mccruelty.com/WhatWouldEvilRonaldSayContest.aspx






quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Histórico das campanhas da Sea Shepherd pelas focas

Guardiões das Focas – O capitão Paul Watson e a Sea Shepherd têm lutado contra a caça de focas desde 1976, e por mais de um quarto de século têm salvo a vida de centenas de milhares delas. A Sea Shepherd deu fim à caça de focas cinza nas ilhas escocesas de Orkney, e tem sido considerada pelo governo canadense e pela Associação Canadense de Caçadores de Focas a ameaça mais agressiva à caça de focas no Canadá.
Essa é uma luta que a Sea Shepherd não pretende abandonar até que a irracional caça às focas seja erradicada. O navio da Sea Shepherd Farley Mowat e uma equipe de voluntários foram presos pelo governo canadense em março de 2008, enquanto documentavam a caça às focas – o que é, ironicamente, considerado crime no Canadá.


Linha do Tempo – 1976 até hoje 1976 – Liderados por Paul Watson, 14 membros do Greenpeace intervêm contra a caça às focas na costa da península de Labrador, Canadá. Robert Hunter e Paul Watson posicionam-se de pé sobre um bloco de gelo, no caminho de um navio caçador de focas, forçando-o a parar. A equipe move, com suas próprias mãos, os filhotes de focas para longe dos caçadores. Em resposta, o governo canadense aprova uma lei que estabelece multas e penas de prisão para quem interferir na caça às focas.
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1977 - Liderando a segunda campanha do Greenpeace contra a caça às focas, Paul Watson leva a atriz Brigitte Bardot para visitá-las. Depois, numa tentativa de barrar a operação de um navio caçador, Watson algema a si mesmo às cordas de um de seus guindastes. Os caçadores arrastam-no pelo gelo, mergulham-no sucessivamente nas águas gélidas, arremessam-no contra a lateral do navio e o socam e chutam enquanto ele é arrastado pelo convés do navio, em um ‘corredor polonês’. Ele acaba sendo hospitalizado com pneumonia. Devido a esses eventos, a caça às focas torna-se notícia pelo mundo todo.foca111



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1979 - O capitão Paul Watson leva seu navio Sea Shepherd às águas congeladas das Ilhas Madalena, no Golfo de São Lourenço, Canadá, o que marca a primeira vez em que um navio parte para o gelo para salvar as focas, ao invés de matá-las. Watson e sete pessoas de sua equipe são presos por jogar spray de tinta vermelha em mais de mil focas. A inofensiva e orgânica tinta vermelha, por ser irremovível, arruína o valor econômico das peles das focas.
A RCMP, Polícia Federal canadense, prende toda a equipe. Watson consegue, temporariamente, parar o helicóptero das autoridades com um bastão de 3 metros, mas acaba sendo detido.foca9
A tripulação é presa e acusada de, ilegalmente, aproximar-se a menos de um quilômetro de uma caçada de focas sem permissão do Ministério Federal de Pesca e, também, de violar o Ato de Proteção às Focas por marcar os animais com tinta vermelha, contrariando o regulamento.
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1980 – Paul Watson é ordenado à prisão de Orsainville, próximo a Quebec, no primeiro dia de caçada às focas, por ter obstruído as atividades em 1979. Ele fica dez dias recluso e é impedido de interferir na caça. A lei o proíbe, por três anos, de estar na costa leste do Canadá. Sua pena posteriormente acabaria sendo revogada.

1981 – Watson desafia a ordem do ano anterior de manter-se longe das províncias do Atlântico e lidera um trio de homens a bordo de um caiaque rumo ao Golfo de São Lourenço, violando sua condicional. Amparados pela escuridão da noite, centenas de focas recebem uma tinta spray azul inofensiva.foca13foca14foca15foca16
1981 – Voluntários escoceses da Sea Shepherd acampam em Little Green Holm e Muckle Green Holm, ilhas inabitadas no norte do arquipélago de Orkney, e impedem caçadores de aportar para abater focas.
1982 - A Campanha da Sea Shepherd pelas Focas Cinza recebe tamanha publicidade que a sociedade arrecada fundos para comprar a Ilha de Little Green Holm e declará-la um Santuário das Focas.
1983 – O navio Sea Shepherd II bloqueia o porto de St. John’s, em Newfoundland, impedindo que as frotas canadenses deixassem o porto por duas semanas. Watson relembra a cena. “Nós ficamos no estreito, desafiando os caçadores a deixar o porto. Havia engarrafamentos em St. John’s, tamanha a quantidade de automóveis que tentavam subir até Signal Hill para dar uma espiada no Sea Shepherd II. Os caçadores recuaram, acreditando que abalroaríamos o primeiro navio que encontrássemos. O atraso provocado por nós custou a eles a salvação de 76.000 focas, pois pela primeira vez eles não atingiram sua cota de 186.000 focas. Faltaram 76.000 focas!”.foca17
Em abril daquele ano, o Sea Shepherd II direciona-se ao Golfo de São Lourenço e escolta três navios caçadores para fora do berçário de focas Harp. A Polícia Federal canadense e a Guarda Costeira interceptam, bombardeiam com gás lacrimogênio e tomam o Sea Shepherd II no norte congelado da Nova Escócia.
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Watson e sua equipe de 20 homens são presos sob acusação de conspiração para violar o Ato de Proteção às Focas, por aproximar-se a menos de um quilômetro da caça. O capitão recebe sentença de 21 meses de prisão, o Sea Shepherd II é apreendido e sua equipe recebe multas de 3.000 dólares.
Em dezembro, a Corte sentencia a confirmação do confisco do navio, e que ele deverá ser mantido como prova até que o julgamento esteja finalizado. Essa ordem foi posteriormente revogada pela Corte Recursal de Quebec.
1983 – O Parlamento Europeu bane as peles de focas da comercialização, um duro golpe na indústria da caça.
1984 – A Corte Recursal do Quebec reverte a sentença de prisão contra o capitão Watson e sua equipe, e o governo canadense então recorre dessa decisão à Suprema Corte.
1984 – O Parlamento Europeu bane as peles provenientes das focas do berçário das focas Harp, reduzindo significantemente a caça comercial.
1984 – A caça comercial fracassa, restando apenas alguns poucos caçadores em atividade.
1985 – Após 22 meses e depois da Corte Recursal do Quebec revogar as prisões de 1983 contra a sentença da Corte, o Sea Shepherd II é liberado. Em abril, o Capitão Watson retoma a posse do navio em Halifax.
1985 – A Suprema Corte do Canadá nega ao governo o recurso para reinstaurar as penas contra a equipe do Sea Shepherd II e declara inconstitucional o Ato de Proteção às Focas. Watson processa o Departamento Canadense de Pesca e Oceanos por danificar o Sea Shepherd II enquanto estava sob custódia.
1987 – A Sea Shepherd vence o recurso transitado contra o governo canadense sobre as prisões de 1983, que foi revertido por um detalhe técnico.
1992 – No processo dos danos provocados ao Sea Shepherd II, a poucos dias do julgamento, o Departamento Canadense de Pesca e Oceanos (DFO, sigla em inglês) oferece, extra-judicialmente, um acordo de 50.000 dólares para finalizar o caso. A Sea Shepherd aceita o acordo.
1994 – O governo canadense concede subsídios para reativação da caça às focas e financia pesquisas visando a abertura de novos mercados.
1994 – O capitão Watson e a diretora internacional da Sea Shepherd, Lisa Distefano, lideram uma expedição rumo ao Golfo de São Lourenço e coletam fibras de pêlo das mudas dos filhotes de focas, iniciando um projeto-piloto que irá utilizar essas fibras em produtos de roupa de cama. O uso do pêlo das focas demonstra uma alternativa não-letal e livre da caça. O governo canadense planeja exportar pênis de focas para o comércio afrodisíaco asiático. A Shangai Fisheries, de Taiwan, fecha negócio para matar 60.000 focas por seus pênis. Sob supervisão da DFO, caçadores iniciam a prática do projeto não-letal do uso das mudas de pêlos dos filhotes de focas e enviam a primeira remessa comercial para a Kirchhoff Bettwarenfabrik na Alemanha.
1995 – O Canadá anuncia a volta do comércio da caça de focas, estabelecendo benefícios para a carne de foca trazida à terra. A Sea Shepherd retorna ao Golfo de São Lourenço para conduzir mais pesquisas para a obtenção de uma alternativa não-letal para a indústria da caça. A tentativa da Sea Shepherd de substituir o bastão de caça por escovas de cabelo – simbolizando o emprego dos pêlos de mudas dos filhotes na produção industrial – provoca a ira da Associação de Caça às Focas das Ilhas Madalena. No dia 16 de março, uma multidão de 300 caçadores de focas invade o hotel onde o capitão Watson, a diretora Lisa Distefano, o ator Martin Sheen, outros voluntários e representantes da mídia encontravam-se hospedados. Caçadores arrombam a porta do quarto de Watson e o agridem. Repórteres são atacados e têm suas câmeras estilhaçadas. A polícia leva Watson para o aeroporto, contra sua vontade. Enquanto o carro está saindo, o capitão leva uma tijolada na cabeça. A polícia tática de Quebec voa até as Ilhas Madalena para escoltar a imprensa e a Sea Shepherd para fora da província, recusando-se a registrar queixas contra os caçadores agressores. A volta do comércio da caça às focas no Canadá é noticiada por todo o mundo.
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1996 - Um ano depois do tumulto com os caçadores, Watson e Distefano lideram outro grupo da Sea Shepherd ao Golfo de São Lourenço para dar continuação à pesquisa de meios alternativos à industria do comércio da caça às focas, acompanhados dos diretores da Kirchhoff Bettwarenfabrik, do fotográfo de natureza selvagem Bob Talbot e Reinhard Olle, da RIGO, uma das maiores venededoras de varejo de commodities de produtos naturais. A equipe coleta o pêlo de focas filhotes provenientes da muda natural, utilizando as focas sem danos a elas.
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1998 - O Sea Shepherd III torna-se o primeiro navio a desbravar as províncias de Maritimes durante a temporada de caça desde 1983. Watson e Distefano mantêm sob vigia escondida durante a semana de 15 de março o maior berçário flutuante de focas no Golfo, sem a interferência dos caçadores, enquanto Watson, Farley Mowat – renomado escritor e naturalista canadense, e John Paul DeJoria – diretor da Paul Mitchell Systems, transmitem a alternativa para a indústria de focas não-letal.
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1999 - A Sea Shepherd filma focas no gelo para o documentário Ocean Warrior. Peter Brown, membro veterano da Sea Shepherd, realiza as filmagens por conta do produtor Pieter Kroonenburg.
2002 – O capitão Watson publica seu livro Seal Wars – Twenty-five Years on the Front Lines with the Harp Seals, com prefácio de Martin Sheen.
foca342003 – A equipe da Sea Shepherd retorna às águas congeladas do Golfo de São Lourenço. O objetivo da campanha era exploratório, por levar o navio de volta ao gelo, e também para colocar novamente em evidência pública o massacre às focas. A Sea Shepherd produz vídeos e filmes promocionais com intenção de lançar um vídeo educacional de utilidade pública. Diversos jornalistas e fotógrafos juntam-se à equipe da Sea Shepherd para obter material para reportagens e documentários.foca35
2004 – A Sea Shepherd consegue, com sucesso, enfraquecer o mercado de produtos provenientes da caça de focas. A empresa Costco Wholesale Corporation tira das prateleiras de suas lojas, em St. John’s, Newfoundland, as cápsulas de óleo de foca, quando um representante da Sea Shepherd informa-os dos métodos que a indústria da caça de focas funciona, principalmente as matanças brutais pelos caçadores.
2005 – Em meados de fevereiro, Watson e o astro de televisão Richard Dean Anderson, o ‘MacGyver’, também ativista e membro da diretoria da Sea Shepherd, visitam as focas Harp para ajudar a chamar atenção para o clamor ao fim da matança das focas.
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Watson e uma equipe de voluntários da Sea Shepherd do navio-líder R/V Farley Mowat – batizado em homenagem ao presidente internacional da Sea Shepherd – retornam às águas congeladas do Canadá oriental para manifestar-se contra a carnificina anual.
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Essa é a quarta vez que uma embarcação conservacionista aventura-se nas águas congeladas para proteger as focas, e sempre foi a Sea Shepherd.
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O governo canadense gastou centenas de milhões de dólares em taxas protecionistas visando amparar os caçadores de focas. A embarcação da Guarda Costeira canadense, o Amundsen, manteve vigilância constante sobre o Farley Mowat, exceto quando estavam ocupados abrindo caminho no gelo para as embarcações caçadoras passarem ou resgatando caçadores cujas embarcações atolavam no gelofoca44.
Voluntários da Sea Shepherd foram fisicamente atacados pelo capitão e sua equipe de um navio caçador sem terem feito nenhuma provocação, e os caçadores nunca foram processados por suas atitudes violentas. Subseqüentemente, 11 membros da Sea Shepherd foram presos, não por envolvimento nesse incidente violento, mas por filmar a caça de focas sem autorização do governo.
As prisões deram à Sea Shepherd a oportunidade de desafiar essas regulações de censura quanto as violações à Constituição canadense e à Declaração de Direitos, e a atrair a atenção da mídia e do público para a questão da matança das focas.
2008 – O navio Farley Mowat parte no dia 24 de março com uma equipe internacional de voluntários ao Golfo de St. Lawrence, atuando mais uma vez como guardiões das focas Harp.
No dia 12 de maio o navio é levado pela RCPM – Polícia Federal canadense, dentro de águas internacionais. Além de deter o navio e aterrorizar a tripulação com armas de fogo e uso excessivo de força, os agentes agiram como piratas e prenderam propriedades pessoais da tripulação, sem que houvesse motivo para registro de crime.
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A Sea Shepherd define como pirataria o ato de homens armados subirem a bordo de um navio em alto-mar, em meio a águas internacionais, e roubarem propriedades pessoais sob mira de armas de fogo. O navio da Sea Shepherd Farley Mowat foi preso sem qualquer explicação ou prova. A unidade de GPS instalada no Farley Mowat tem um registro dos movimentos do navio e prova que o navio nunca entrou em águas territoriais canadenses.
Peter Hammarstedt, o primeiro-oficial, foi deportado para Suécia, e o capitão Cornelissen foi mandado para a Holanda.
Na última vez em que o Departamento Canadense de Pesca e Oceano reteve um navio da Sea Shepherd foi por 22 meses, entre março de 1983 e junho de 1985. A Sea Shepherd processou o Departamento e obteve êxito contra os danos causados ao navio Sea Shepherd II, na ocasião.
“E nós iremos processar novamente”, diz Paul Watson. “Nós não teremos o governo canadense atropelando nossos direitos como cidadãos, e não teremos o governo fixando um precedente de subir a bordo em navios não-canadenses em águas internacionais com um bando armado abordando os tripulantes. Pretendemos batalhar na justiça e ganharmos com base na evidência de que o governo do Canadá agiu ilegalmente por razões políticas, para avançar em ambições egoístas do ministro canadense de Pesca e Oceano, Loyola Hearn”.
Peter Hammarstedt e Cornelissen aguardam em liberdade seu dia de julgamento, marcado para abril próximo.
2009 – O governo canadense, após manter o Farley Mowat preso por um ano, coloca a embarcação à venda. Watson promete processar o governo após o julgamento de seus oficiais, em abril.


Sangue de golfinhos tinge as águas do mar em Taiji, no Japão .

 O massacre ocorre todos os anos, de Setembro a Março. Os caçadores saem com cerca de 12 barcos de pesca, eles utilizam varas de aço, e batendo-as criam uma barreira sonora que confunde o sonar dos golfinhos, os quais ficam atordoados e em pânico, então são conduzidos para a enseada, onde a maioria é morta e alguns são selecionados para cativeiro.
O terror se instala e famílias inteiras de golfinhos, inclusive bebês, jovens e fêmeas prenhes são brutalmente mortos, sem nenhuma piedade. É incrível, mas segundo relatos, as mães fazem de tudo para não abandonar seus filhotes, elas lutam a todo custo para defendê-los, porém logo eles são separados e testemunham a morte de seus familiares e a sua própria morte.
A morte é extremamente dolorosa, os golfinhos são atacados a golpes de facas e pequenos arpões, eles não morrem instantaneamente, agonizam por até uma hora com enormes cortes pelo corpo todo, alguns são arrastados por caminhões ainda com vida para serem levados a “fabrica”, onde serão eviscerados, cortados e embalados para venda de sua carne em supermercados locais.


Cada golfinho morto para a venda de sua carne rende aos caçadores cerca de 600 dólares, e os que são selecionados para cativeiro, são vendidos a aquários no mundo todo por até 200 mil dólares.  Na verdade, a força que sustenta todo esse comércio, é a indústria do entretenimento, como o Sea World, e outros que promovem shows com golfinhos e outros animais marinhos.
Todo ano, mais de 20.000 golfinhos são mortos, estima-se que nos últimos 20 anos, cerca de 400.000 golfinhos foram mortos em águas japonesas. Esta prática, que os japoneses chamam de “tradição” já ocorre há 400 anos.
 Os caçadores alegam que a caça anual tem também o propósito de “controle de pragas”, dizem que os golfinhos comem muito peixe, fato que causa prejuízo à indústria pesqueira.


ISSO TEM QUE PARAR!



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sea Shepherd

Sea Shepherd
Quem somos

O Instituto Sea Shepherd Brasil – Guardiões do Mar integra a Sea Shepherd Conservation Society, baseada nos Estados Unidos que também tem escritórios na Austrália, Canadá, Inglaterra, Holanda, França e África do Sul. A Sea Shepherd Conservation Society – SSCS foi fundada em 1977, nos Estados Unidos, pelos fundadores do Greenpeace, que, ao engajarem-se nesse novo projeto, criaram um movimento de caráter mais ágil, objetivo e ativista. Atualmente, a Sea Shepherd é considerada a ONG de proteção dos mares mais ativista do mundo e conta com a participação efetiva de milhares de voluntários em todo o planeta
Em 1971 dois jovens movidos pela paixão e pela vontade de preservar o Planeta Terra embarcaram em um navio em direção ao Alasca com o objetivo de parar os testes nucleares que seriam conduzidos na ilha de Amtchika. Estas pessoas eram os canadenses Paul Watson e seu parceiro Robert Hunter. Neste mesmo ano estas duas personalidades acabariam encabeçando a criação da ONG mais conhecida do mundo, a Greenpeace. Seis anos mais tarde, os dois ambientalistas decidem deixar a Greenpeace. Paul Watson então funda outra ONG, mais ativista, objetiva, ágil e menos burocrática. Surge então, em 1977, a primeira ONG de proteção dos mares do mundo, a Sea Shepherd Conservation Society. Nestes mais de 30 anos de atuação, a Sea Shepherd e seus voluntários ficaram conhecidos como piratas dos mares, depois de afundar 10 navios baleeiros ilegais e abalroar e impedir a pesca de inúmeros barcos pesqueiros ilegais.
No Brasil, as atividades do Instituto Sea Shepherd Brasil – ISSB iniciaram em junho de 1999, através da implantação da sede nacional, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul como o único escritório no mundo com total autonomia da matriz nos EUA. Esta sede serve como referência das ações no Brasil e trabalha pela preservação da biodiversidade marinha brasileira, além de apoiar as ações internacionais da SSCS. O Instituto Sea Shepherd Brasil depende do voluntariado e, como outros escritórios no mundo, não possui nenhum funcionário fixo ou assalariado. Desde a sua fundação o ISSB vem promovendo, defendendo e apoiando a preservação dos ecossistemas marinhos brasileiros. Diversas ações em parceria com outras ONGs, empresas e órgãos governamentais já foram desenvolvidas com sucesso. Entre estas, podemos citar atividades de educação ambiental, sobrevôos para monitoramento e fiscalização do litoral contra a pesca predatória, coordenação de equipes durante atividades de recuperação afetadas pelo derramamento de petróleo, ações civis públicas em defesa dos ecossistemas marinhos entre outras.
A Sea Shepherd precisa de você para continuar promovendo ações de forma ágil e eficaz. Portanto, se você também se revolta com a situação do nosso litoral e no mundo, torne-se um Guardião do Mar e faça a diferença.

 


Quem me dera...

Quem me dera, viver num mundo onde existisse igualdade animal;
Quem me dera, viver num mundo em que as pessoas respeitassem os animais;
Quem me dera, viver num mundo em que as próprias pessoas se respeitassem;
Quem me dera viver num mundo em que não se usa pele, pelo e couro de animais, e sim produtos sintéticos;
Quem me dera viver num mundo menos nojento, menos capitalista;
Quem me dera, não viver nesse mundo...

Direito dos animais

Ao longo da história da humanidade os animais têm sido utilizados para muitos fins como a alimentação exagerada, teste a vários produtos cosméticos e farmacêuticos, para a satisfação humana em espectáculos e para vestuário. Isto não é motivo de orgulho pois tratamo-los com desprezo e como meras coisas ao nosso dispor.
É suposto serem os melhores amigos do Homem, mas muitas vezes não são tratados como tal.  Diariamente os animais são espancados, atirados de pontes, afogados, queimados, mutilados para rituais satânicos e até violados 
Em qualquer lugar do mundo estão animais a sofrer neste momento, muitas vezes em silêncio e nós podemos, devemos fazer alguma coisa para o impedir.
O ser vivo apenas deve temer uma coisa: o sofrimento, a dor. Então por que praticar a violência e  maus-tratos nos outros se isso causa sofrimento? Os animais também sentem, também sofrem.

Respeitar os animais significa não os sujeitar a sofrimento desnecessário; significa deixá-los viver de acordo com as suas necessidades e os seus instintos naturais.