hearanimals

Blog destinado a proteção e libertação animal, e à concientização do ser humano sobre os animais.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Diário de um Cão



1.ª semana: Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a esse mundo!!!

1.º mês: minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar.

2 meses: Hoje me separaram de mamãe. Ela estava muito inquieta e com seus olhos me disse adeus , esperando que minha nova "família humana" cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4 meses: Cresci muito rápido, tudo chama a minha atenção. Há várias crianças na casa que são como meus "irmãozinhos". Somos muito levados, eles me jogam uma bola e eu os mordo jogando.


5 meses: Hoje me castigaram, minha dona se zangou porque fiz "pipi" dentro da casa...mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como eu durmo na "recamara" (deve ser um lugar fechado) e...eu não me agüentei!!!

6 meses: Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido...Creio que minha família humana me ama muito... Quando estão comendo me convidam, o pátio é somente para mim e eu estou sempre cavocando, como os meus antepassados lobos, quando escondiam a comida. Nunca me educam, seguramente porque nada faço de errado.

12 meses: Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13 meses: Como me senti mal hoje... Meu "irmãozinho" tirou a minha bola. Como nunca pego seus brinquedos fui atrás dele e o mordi. Mas como meus dentes estão muito fortes, machuquei-o sem querer. Depois do susto me prenderam e quase não posso me mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que vão me deixar em observação (certamente não vacinaram)...não entendo nada do que está acontecendo.

15 meses: Tudo mudou...vivo preso no pátio, na corrente...me sinto muito só, minha família já não me quer. Às vezes esquecem que tenho fome e sede e quando chove não tenho teto que me cubra...

16 meses: Hoje me tiraram da corrente. Pensei que tinham me perdoado Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e meu rabo parecia um molinete... Parece que vou passear com eles. Subimos no carro, atrelamos o carreto e andamos um grande trecho quando pararam. Abriram a porta e eu desci correndo, feliz, crendo que era dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram... "Esperem"!!! - lati..."esqueceram de mim...!!!". Corri atrás do carro com todas as minhas forças... minha angústia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham me abandonado...

17 meses: Procurei, em vão, achar o caminho de volta à casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algo de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo de minha alma... quisera que me adotassem, eu seria leal como ninguém. Porém eles apenas dizem "pobre cãozinho, deve estar perdido".

18 meses:
Outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Cheguei perto e um grupo deles, dando risadas, atirou-me uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria"... uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos e desde então não enxergo com ele.

19 meses: Parece mentira mas quando eu estava mais bonito as pessoas se compadeciam mais de mim...Agora que estou muito fraco, com um aspecto bem mudado... perdi meu olho, as pessoas me tratam a pontapés quando pretendo deitar-me na sombra...


20 meses: Quase não posso me mover. Hoje, ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles me atropelou. Pelo que sei, estava num lugar seguro chamado "sarjeta", mas nunca vou me esquecer do olhar de satisfação do motorista. Oxalá tivesse me matado, porém só me deslocou a cadeira. A dor é terrível, minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade me arrastei até uma moita de ervas fora da estrada! Já faz 10 dias que estou em baixo de sol, chuva e frio, sem comer. Não posso me mover, a dor é insuportável. Sinto-me muito mal, estou num lugar úmido e parece que meu pelo está caindo. Algumas pessoas passam e não me vêem; outras dizem: "não te aproximes". Já estou quase inconsciente, porém uma força estranha me fez abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, veja como te deixaram", dizia...junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas esse cão já não tem remédio, o melhor é que deixe de sofrer." A gentil dama consentiu, com os olhos cheios de lagrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque nasci, se ninguém me queria...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ex de George Clooney tira a roupa pelos animais

A apresentadora italiana de TV Elisabetta Canalis, ex-namorada de George Clooney, é a mais nova celebridade a tirar a roupa pela entidade Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês).
'Prefiro ficar nua a usar pele de animais', diz anuncio - Divulgação
Divulgação
'Prefiro ficar nua a usar pele de animais', diz anuncio
Quem passou na terça-feira pela elegante Rodeo Drive, em Beverly Hills, viu Canalis posando ao lado da imagem em preto e branco usada na campanha, na qual ela aparece nua.
A italiana, que rompeu com Clooney neste ano, é conhecida por sua oposição ao uso de peles animais na moda. A campanha será muito exibida em Milão, onde vários estilistas ainda empregam esse material nas suas coleções.
"Essa é uma coisa na qual pessoalmente acredito e confio, então ninguém me disse para fazer isso. Desde criancinha eu fui contra as peles, nunca usei peles na vida", disse Canalis, de 33 anos, à Reuters.
Ela contou que se decidiu a participar da campanha ao saber da imensa crueldade sofrida pelos animais vitimados pelo comércio das peles.
Várias outras celebridades já tiraram a roupa pela Peta, incluindo Charlize Theron e Pamela Anderson, sempre sob o slogan: "Prefiro ficar nua a vestir peles".
(Por Piya Sinha-Roy)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Não compre, adote um animal!!!

Essa é a mãezinha - matriz de um canil de malteses. É essa dor q está por trás de bebês fofinhos nos pet shops, feirinha de filhotes, etc. Mãezinhas como essa vivem em gaiolas imundas, sem tomar sol, sem alimentação, e ninguém as vê. Procriam muitas vezes até perderem as forças, ficarem velhas e depois serem descartadas nas ruas. Comprando um animal vc contribue para isso. Por isso, adote!!

10 Razões para Não Usar Donna Karan




As linhas de roupa da Donna Karan orgulhosamente usa rótulos explicando que suas peças incluem "pêlo de coelho Chinês". Então, o que isso significa exatamente? A mais recente investigação da PETA Asia Pacific revela a chocante verdade: as condições de vida deploráveis, negligência e sujeira em fazedas de peles na China.
Eu não tive coragem de postar as fotos, mas vou deixar o link pra quem quiser saber mais.

http://petabrasil.blogspot.com/2011/07/10-razoes-para-nao-usar-donna-karan.html

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Protesto contra caça de golfinhos no Japão reúne dezenas pelo mundo

Brasil, EUA, Argentina, Filipinas e outros países tiveram ações nesta 5ª feira.
Ativistas afirmam que espécie sofre com constantes ataques de pescadores.

Manifestantes protestaram nesta quinta-feira (1º), diante das embaixadas do Japão em vários países, contra a caça aos golfinhos praticada no país asiático, a qual consideram sanguinária.
Em Washington, nos Estados Unidos, cerca de 20 pessoas se reuniram em frente à representação diplomática japonesa, exibindo cartazes com a inscrição "Os golfinhos querem viver".
Protestos similares foram realizados em outras cidades do mundo como Londres, Roma, Estocolmo, Manila, Buenos Aires e São Paulo, onde nesta quinta-feira manifestantes com cartazes utilizaram a Avenida Paulista para mostrar que também são contrários às ações de pescadores japoneses.
Protesto realizado nesta quinta-feira (1º) em frente à embaixada do Japão na cidade de Washington, nos Estados Unidos (Foto: Jim Watson/AFP)Protesto realizado nesta quinta-feira (1º) em frente à embaixada do Japão na cidade de Washington, nos Estados Unidos (Foto: Jim Watson/AFP)
SP (Foto: Terra Britto/Futurapress)Manifestantes com cartazes na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Terra Britto/Futurapress)
Na capital norte-americana a ativista Kerri Shaw colou no corpo uma tela, com sequências do filme "The Cove", documentário ganhador do Oscar, que lançou luz sobre esta prática. Katie Arth, organizadora do protesto juntamente com o grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta, na sigla em inglês), destacou que a caça dos golfinhos era motivada em parte pelo lucro, pois os animais são vendidos a aquários de todo o mundo.
"É um grande impulso sobre porque continua sendo praticado, porque é tão rentável. E as pessoas podem fazer algo a respeito, não indo a nenhum lugar onde golfinhos atuem e contatando a embaixada", afirmou.
Ativistas com capacetes no formato de golfinhos realizam protesto nas Filipinas (Foto: Ted Aljibe/AFP)Ativistas com capacetes no formato de golfinhos realizam protesto nas Filipinas (Foto: Ted Aljibe/AFP)
Sem consciência
O ativista Taylor Mason disse que a maioria dos japoneses não era consciente da matança de golfinhos, praticada na cidade de Taiji (oeste), onde geralmente se evita que a imprensa cubra a caçada. "A principal forma de quebrar o círculo de silêncio é através de ações como estas e através da discussão para que se saiba, não só no Japão, mas também nos Estados Unidos e em outros países, que não é bom ver golfinhos se apresentar e treiná-los", disse Mason.
A cada ano, os pescadores de Taiji encurralam cerca de dois mil golfinhos em uma baía isolada, escolhendo algumas poucas dezenas para a venda a aquários e parques marinhos, e apunharam os demais até a morte, por causa da carne, em um massacre que tinge as águas de vermelho. Os pescadores de Taiji defendem a caça como uma tradição cultural e, quando "The Cove" foi exibido no Japão, gerou protestos de ativistas conservadores.
*Com informações da France Presse
Ativista segura cartaz em Buenos Aires, capital da Argentina, contra matança de golfinhos no Japão (Foto: Enrique Marcarian/Reuters)Ativista segura cartaz em Buenos Aires, capital da Argentina, contra matança de golfinhos no Japão (Foto: Enrique Marcarian/Reuters)